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luiz skora

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Blog do Skora

21 de Setembro de 2015, 20:36 , por luiz skora - | No one following this article yet.
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Só um bloguezinho despretencioso


O Golpe no Brasil Triunfará Soberano e Sem Resistência de Fato

25 de Setembro de 2016, 12:43, por luiz skora - 0sem comentários ainda

É realmente aterrador que mesmo com este golpe sórdido da direita, dos conservadores, dos especuladores financeiros contra a democracia e o estado de direito no Brasil, o povão não esteja tomando as ruas em peso em manifestações contrárias a perdas de direitos e a entrega do patrimônio nacional aos interesses neo liberais e de mercado.

 

Mesmo sem entender patavinas de sociologia, arrisco um diagnóstico a respeito deste torpor coletivo, esta inércia popular que choca a todos nós que estamos conscientes da gravidade dos fatos a que estamos sendo submetidos ultimamente.

 

Ora, as massas só se unem por um objetivo quando se sentem inseridas dentro de um grupo que represente fortemente cada um dos indivíduos que compõe esta massa. Foi assim com a burguesia francesa em fins do século 18, com os proletários ingleses, os camponeses da russos e tantos outros movimentos populares até o século vinte. Os indivíduos sentiam-se inseridos dentro de um grupo, ou classe social e como esta classe tinha necessidades comuns, a união dos indivíduos resultava em força e esta força da união de classe resultava, em boa parte dos casos, em conquistas de direitos.

 

Dos anos 1980 pra cá, esta identificação do indivíduo com a classe foi ficando cada vez mais dispersa, com grupos menores em suas causas específicas. Como no Brasil de hoje onde temos como exemplos mais fortes os Sem terra, os sem teto, os professores, petroleiros, bancários, LGBTs, movimentos das periferias e, lógico também, os coxinhas das micaretas golpistas. Cada um destes grupos pautando causas próprias muito pontuais sem se darem conta que os indivíduos componentes destes grupos, todos eles, não fazem parte da elite econômica que dita as regras e é o alvo principal em defesa de suas pautas, tão pouco, fazem parte dos excluídos, sem eira, nem beira, nem lugar no sociedade que não seja debaixo das marquises dos grandes centros. Ou seja, são todos classe média na definição mais purista do termo.

 

Esta dispersão de pautas e objetivos, transformou o cidadão comum, que não se encaixa, nem se identifica com nenhum destes grupos do parágrafo acima num ser sem representatividade em seu extrato social e por isso, este cidadão tornou-se extremamente individualista, quando muito, seu grupo social não vai além da própria família ou de seu círculo de amizades.

 

Esta imensa multidão de indivíduos da classe média, sem identificação ou representação na própria classe, tornaram-se alvos fáceis de pastores das igrejas neopentecostais e outras, de grupos políticos herdeiros do coronelismo, do ardil capitalista do empreendedorismo, dos programas policialescos de TV e outros.

 

Esta multidão milita fortemente em favor de seus cooptadores, sem se dar conta de que esta militância vai contra seus próprios interesses individuais ou mesmo coletivos, como por exemplo, a reforma agrária, legalização do aborto, descriminalização do comércio de drogas recreativas. No que estas pautas afetariam a vida do cidadão médio que não possui latifúndio improdutivo, não tem motivo para abortar e até, em certos casos, consome drogas recreativas? Absolutamente nada ou então, seriam até positivas, mas como este indivíduo foi cooptado a defender interesses alheios aos seus, condena estas pautas como se fossem questões negativas e cruciais à sua própria existência.

 

Assim, esta multidão de indivíduos sem identificação ou representação na própria classe social a que pertence, vai se tornando cada vez mais individualista cujas únicas preocupações sociais são aquelas pautadas por seus cooptadores, tornam-se assim, nada mais que massa de manobra dos interesses dos grandes especuladores do capital, de seus líderes políticos e religiosos e desde que, mantenham viva a esperança de que, no ano que vem, possam trocar o carro, o celular por um modelo mais moderno, de que seus filhos conquistem um diploma, independente de conquistarem conhecimento, está tudo bem, tendo ou não um golpe de estado, tendo ou não soberania nacional.

 

Para esta multidão de indivíduos individualistas, só lhes importa o próprio umbigo. Seu vizinho, seu irmão, seu companheiro de estudos, igreja ou trabalho é só outro indivíduo e seu futuro, sua qualidade de vida não lhe dizem respeito.

Isto, infelizmente, é só o começo do fim, não só do Brasil como nação, mas da própria humanidade humanista que se perdeu em algum ponto recente da história.

 

O golpe triunfará e será o pior de todos pois não há sequer a intenção de resistência, há apenas o instinto de sobrevivência de cada um. Cada um, no sentido mais individualista que se possa ter.

 



Sou de Esquerda e agora, em quem devo votar para vereador em Curitiba?

6 de Setembro de 2016, 20:13, por luiz skora - 0sem comentários ainda

Amiguinho curitibano de esquerda, tome muito cuidado na hora de escolher seu vereador para que seu voto não acabe por eleger um candidato da direita, conservador e golpista.

 

Pois é, estranho este alerta, não?

 

Infelizmente, com as atuais regras eleitorais e com as coligações estapafúrdias que alguns partidos fazem, é exatamente isso que pode acontecer. Você escolher aquele candidato maneiro, progressista, preocupado com a cidade, as minorias e os problemas de fato e acabar elegendo mais um conservador de bancada evangélica que só vai batizar ruas, defender cegamente o prefeito e proteger os interesses nada cidadãos de empresas com polpudos contratos com a prefeitura.

 

Vou tentar resumir:

 

Quando você vota em um vereador, seu voto conta primeiro para a coligação que o partido deste vereador faz parte. Depois para este partido e só por último, para seu vereador escolhido.

 

É imprescindível prestar muita atenção não só nas propostas do seu candidato a vereador escolhido, como também, nas propostas de todos os outros candidatos a vereador que concorrem pela mesma chapa.

 

Assim:

Curitiba tem 1,2 milhões de eleitores habilitados, vamos supor que um milhão destes decidam votar para vereador.

 

Para conseguir uma única vaga na câmara de vereadores, a coligação de seu candidato precisa atingir o Quociente Eleitoral, obtido pela fórmula:

 

Q1 1

 

Menos que isso e a coligação não elegerá nenhum candidato.

 

São desprezados os números depois da vírgula, Se a coligação de seu candidato não atingir este mínimo de 26.315 votos, não terá nenhum representante na Câmara de vereadores.

 

Depois, é calculado o Quociente Partidário, para saber quantas cadeiras cada partido ou coligação ocupará na legislatura. Supondo que a coligação de seu candidato obteve 54 mil votos, o número de vagas obtida pela coligação será obtida pela fórmula:

 

Q2 1

 

Ou seja, com 54 mil votos, a coligação terá direito a duas cadeiras na casa legislativa.

 

Os números depois da vírgula podem servir para o cálculo de sobras, caso a aplicação da fórmula do quociente partidário não preencha todas as 38 vagas, este número será utilizado para calcular qual coligação terá direito as cadeiras restantes.

 

Depois disso, com o número de cadeiras já disponível, os dois candidatos com mais votos na coligação de seu candidato estão eleitos, pode comemorar!

 

Será mesmo?

 

Bom, se você está lendo este texto, acredito que seja um eleitor de esquerda e, provavelmente, já escolheu seu candidato do PT, PCdoB, PSOL, PSTU, PCO, PCB, PPL, PSB (PPL, PSB em Curitiba? Tem certeza que você e seu candidato são mesmo de esquerda?), vamos ver quais as chances que estes partidos tem de eleger o seu candidato escolhido:

 

PT:

Coligação: nenhuma;

Moral na República Reaça do Tucanistão do Sul: Baixa;

Histórico de cadeiras na CMC nas últimas eleições: 3;

Previsão para 2016: 2 duas cadeiras.

Chute meu: Serão eleitos Profa. Josete e Vanhoni.

 

PCdoB:

Coligação: Curitiba Mais Forte – PCdoB, PPL, PTC (conservadorismo cristão ex-PRN, o partido do Collor presidente)

Moral da República Reaça do Tucanistão do Sul: Baixa;

Histórico de cadeiras nas últimas eleições: Zero;

Previsão para 2016: Zero;

Chute meu: Não elege ninguém, candidatos a vereador servirão apenas como cabos eleitorais de luxo ao Candidato Leprevost (PSD sob a batuta de Ratinho Jr e PSC)

 

O PCdoB local conseguiu torrar o filme perante seu eleitorado com a decisão de apoiar a candidatura de direita de Ney Leprevost do PSD. Uma lástima.

 

Não há nenhum nome realmente relevante entre os 50 candidatos da coligação e a maioria dos candidatos é do PTC. Não será nenhuma surpresa se os votos dos comunistas curitibanos acabarem por eleger um ou dois conservadores cristãos do PTC.

 

PSOL:

Coligação: Fente de Esquerda (PSOL);

Moral da República Reaça do Tucanistão do Sul: Baixa;

Histórico de cadeiras nas últimas eleições: Zero;

Previsão para 2016: Zero;

Apesar do purismo porra-louca dos Psolistas mais contribuir com as artimanhas dos conservadores da direita do que, com as causas que eles mesmos defendem, a atual conjuntura política pode fazer com que o partido em Curitiba cresça, ocupando o vácuo deixado pelo PT que se enfraqueceu bastante aqui no Tucanistão do Sul. Não será surpresa caso conquiste uma cadeira. É uma aposta muito válida.

 

PSTU & PCO:

Coligação: nenhuma

Moral da República Reaça do Tucanistão do Sul: inexistente;

Histórico de cadeiras nas últimas eleições: Zero;

Previsão para 2016: Zero;

O PSTU e o PCO concorrem com apenas um único candidato cada ao cargo de vereador na cidade, estão na disputa só pra marcar presença e usufruir do horário eleitoral gratuito no rádio e na TV. Uma candidatura inútil. Esses partidos realmente existem na cidade?

 

PCB:

Não tem candidatos disputando vaga na Câmara de vereadores.

Para que existe um partido que não lança candidatos numa capital como Curitiba?

Precisamos urgente de uma reforma política e partidária!

 

PPL:

Coligação: Curitiba Mais Forte – PCdoB, PPL, PTC (conservadorismo cristão ex-PRN, o partido do Collor presidente)

Moral da República Reaça do Tucanistão do Sul: inexistente;

Histórico de cadeiras nas últimas eleições: Zero;

Previsão para 2016: Zero;

Veja, PCdoB;

Não há candidatos realmente de esquerda concorrendo ao cargo de vereador pelo PPL de Curitiba, se algum deles é seu escolhido, você precisa rever seus conceitos urgentemente.

PPL é esquerda só no estatuto. Precisamos de uma reforma política/eleitoral urgente!

 

PSB:

Coligação: Curitiba Inovação e Amor – PMN, PSB, DEM;

Moral da República Reaça do Tucanistão do Sul: Alta, (O PSB apoiou em massa o golpe parlamentar);

Histórico de cadeiras nas últimas eleições: 4;

Previsão para 2016: 4 ou 5;

PSB esquerda? Se teu candidato escolhido é do PSB, você não é de esquerda, não se iluda.

PSB é esquerda só no estatuto. Reforma política/eleitoral já!

 

Conclusão:

Infelizmente, parece que a única forma de mantermos representação de esquerda na Câmara Municipal de Curitiba é escolhendo candidatos do PT ou do PSOL. Eu aqui, e isto é puramente pessoal, preferiria votar em um candidato do PSOL, o PT tem propiciado muitas decepções aqui no município, com seus representantes eleitos muitas vezes enveredando para o centro, seu pragmatismo as vezes insano e dois de seus vereadores eleitos em 2012, Stica e Pedro Paulo que traíram a confiança de seus eleitores, migrando para o Partido do Prefeito (PDT) porque não aguentaram os ataques da grande mídia nos eventos que culminaram com o golpe parlamentar que derrubou a Presidenta Dilma. O pragmatismo petista permitiu que o partido fosse envenenado por políticos carreiristas sem nenhum compromisso real com os trabalhadores e o partido e agora, colhe os frutos de seu descuido. Porém, o PSOL curitibano ainda é muito amador e com poucas chances de, sequer, alcançar o quociente eleitoral nestas eleições. Ainda, os nomes, os indivíduos que se apresentam pelo PT, me parecem mais preparados para segurar o rojão que estes tempos golpistas prometem.

 

O prognóstico não é nada positivo. A esquerda curitibana perderá ainda mais da pouca força e representatividade que tinha na cidade e corremos o risco de, em breve, não termos nenhum representante no governo municipal. Uma lástima.

 

O atual sistema partidário no Brasil conseguiu a proeza de assassinar qualquer representatividade ideológica de fato nas eleições. Tornou um sistema que, em tese, deveria privilegiar o debate de ideias e ideais num confronto entre indivíduos e suas virtudes, defeitos e capacidade de vender a própria imagem, uma disputa entre egos. Uma reforma política é mais do que urgente, é imprescindível para que não mergulhemos num caos de representatividade, com ou sem governo golpista e o regime de exceção que se avizinha.

 



O Dominio Golpista da Narrativa

5 de Setembro de 2016, 12:24, por luiz skora - 0sem comentários ainda

Enquanto a mídia hegemônica dominar a narrativa golpista, não haverá manifestação, protesto, greve ou tática black-block capaz de reverter o retrocesso.

Batemos nesta mesma tecla, uma forma alternativa de divulgação de informação com penetração nas massas, desde o primeiro mandato de Lula e nada foi viabilizado.

Pelo contrário, o governo petista preferiu manter a hegemonia dos marinho na TV aberta e fomentou uma tímida concorrência via a TV da igreja universal, cujo objetivo e foco é o mesmo dos marinho.

O governo petista investiu numa TV estatal no sistema de TV paga, com todo o sistema de distribuição do sinal das TVs pagas sob o controle dos marinho.

O governo petista investiu em uma dúzia de blogueiros governistas na internet, acreditando que estes gatos pingados teriam ferramentas e público para fazer o contraponto - erro crucial.

O governo Dilma, em especial, fechou parcerias e fomentou a rede social privada e estrangeira do Zucka, o Facebook, achando que poderia fazer o contraponto dentro desta rede com interesses e objetivos muito diferentes dos dela.

O Governo Petista errou feio, errou rude na comunicação, sequer ameaçou o domínio da narrativa das comunicações que era, nos tempos dos milicos, a favor dos militares e depois, com a redemocratização, um monopólio dos interesses entreguistas encabeçado pelos tucanos e orbitado principalmete por fundamentalistas neopentecostais e políticos da oposição.

Estes erros estratégicos do governo petista, não serão corrigidos nem mesmo se uma hecatombe permitir novas eleições gerais, seja agora em breve, seja em 2018 ou seja daqui a outros 22 anos e novamente um governo popular reassuma a presidência.

Esta visão estratégica do domínio da narrativa nunca faz parte dos anseios daqueles que ocuparam os gabinetes dentro do governo petista, nem fará parte de um futuro hipotético governo popular, caso e se, um dia um governo popular volte a ocupar o executivo federal.
Tenho a forte impressão de que os ocupantes dos gabinetes petistas, tinham mais interesse em aparecer nas páginas amarelas da veja, em serem entrevistados ao vivo pelo Bonner ou em fritar um ovo no programa da Ana Maria Brega do que, combater o monopólio da narrativa. A vaidade, como sempre, grita mais alto nas consciências.

O domínio ou, pelo menos, um contraponto, ao domínio hegemônico da narrativa só será possível via iniciativa popular.
Mas como fazê-lo, se até mesmo esta minha crítica tem de ser feita no Facebook, uma rede social primordialmente tucana, golpista neopentecostal e bolsonarete, para que seja vista por duas dúzias de leitores interessados?



#05 - Da série, Por Que Não Voto no Candidato(a) Fulano(a) - Gustavo Fruet

28 de Agosto de 2016, 15:52, por luiz skora - 0sem comentários ainda

05 - Porque não voto em Gustavo Fruet para prefeito de Curitiba.

1. Porque Gustavo Fruet é frouxo, se não é, engana muito bem. Parecia ser muito muito fodão quando urrava contra Lula e o mensalão do PT nos seus tempos de Deputado Federal em Brasília, mas como prefeito de Curitiba não enfrentou nada nem ninguém, disse amém as vontades das madames do Batel e ao empresariado que controla a cidade. Seus únicos méritos foram dar abrigo aos feridos no massacre de 29 de abril promovido por Richa e Francisquini e iniciar uma tímida retomada do controle da cidade com uma licitaçãozinha para produção de um software para uso da prefeitura

2. Porque Gustavo Fruet é mais um produto oligárquico, iniciou sua carreira pública por ser filho de seu pai, foi eleito deputado estadual em 96 de maneira mórbida ao substituir a candidatura do pai, recém falecido as vésperas do pleito.

3. Porque Fruet não embargou e ainda concluiu a vergonhosa obra insana das calçadas de granito do Batel. Planejadas por Richa, iniciadas por Ducci, concluídas e inauguradas por Gustavo Fruet para o deleite das madames do Batel e assombro dos demais curitibanos.

4. Porque Fruet, mesmo apesar de várias auditorias diferentes e independentes que apontaram uma série de irregularidades na licitação e administração do sistema de transporte público da Capital, não moveu um único dedo para enfrentar a máfia do transporte público de Curitiba que engessa a mobilidade da cidade e tortura os curitibanos dependentes do serviço de transporte público da capital.

5. Porque Gustavo Fruet não embargou a milionária calçada de granito do Batel e, logo em seguida, cancelou a implantação do Ligeirão Norte que facilitaria a vida e o transporte dos moradores da região, apenas e tão somente porque as madames do Batel não queriam que fossem instalados, tubos de embarque e desembarque na Praça do Japão enchendo a região de praça de gentalha feia e pobre não compatível com a beleza da praça. Pessoas diferenciadas e o comércio informal que estações tubo carregam consigo, poderiam assustar os cachorrinhos que passeiam pela praça com suas madames encoleiradas. O absurdo de cachorrinhos perfumados e melhores alimentados que muita gente de não poderem mais cagar na praça sem serem observados pela subclasse de cidadãos que utilizam o transporte público.

6. Porque Gustavo Fruet ainda não concluiu as obras de reforma do Terminal do Santa Cândida, iniciadas ainda nos tempos de Richa prefeito com grana do PAC da copa. O mandato de Fruet já está acabando e uma simples reforma ainda não foi concluída prejudicando a vida e a saúde de milhares de curitibanos que precisam utilizar o terminal diariamente.

7. Porque Gustavo Fruet privatizou a Ópera de Arame, a Pedreira Paulo Leminski e outros espaços públicos da Cidade.

8. Porque Gustavo Fruet foi e é omisso ou conivente com a fascistização e truculência descabida da Guarda Municipal de Curitiba.

9. Porque a comunicação do Prefeito Gustavo Fruet é uma piada de muito mau gosto.

10. Porque curitibano não é capivara, não é bicho. Curitibano é gente e o mínimo que qualquer gente merece, é ser tratada e retratada com respeito, não como um roedor que vive no banhado

Não Voto em Gustavo Fruet por isso.



#04 - Da série, Por Que Não Voto no Candidato(a) Fulano(a) - Requião Filho

28 de Agosto de 2016, 15:50, por luiz skora - 1Um comentário

04 - Porque não voto em Requião Filho para prefeito de Curitiba.

1. Porque, assim como a maioria dos candidatos a prefeitura para esta eleição de 2016, Requião Filho é mais um produto das oligarquias centenárias que dominam a política local desde os tempos da Quinta Comarca. Seu pai, Roberto Requião é senador, já foi governador e prefeito.

2. Porque o único mérito ou realização de Requião Filho que o levou a ser eleito deputado estadual em 2014 é ser filho do Senador Roberto Requião. Reservadas as devidas proporções, o que o difere de Maria Victória, candidata do PP e filha da vice-governadora do estado com o ministro interino da saúde do gov. interino de Temer? Apenas o posicionamento ideológico dele, de seus militantes e simpatizantes. Os posicionamentos do sobrinho de Requião, Deputado Federal João Arruda, também pareciam ser condizentes com os discursos do tio Senador. Como votou João Arruda no circo de horrores do impeachment na Câmara Federal?

3. Porque iniciou-se na vida pública a menos de dois anos, não possui histórico a ser analisado, salvo, ser filho de Roberto Requião. Isto para mim não basta.

Não Voto em Requião Filho por isso.